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Lyrics:
Existirmos, a que serރ¡ que se destina
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que ÞÆ’©s um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz se nos ilumina
Tampouco turva-se a lރ¡grima nordestina
Apenas a matÞÆ’©ria vida era tރ£o fina
E ÞÆ’©ramos olharmos na intacta retina
Da cajuÞÆ’na cristalina em Teresina
Existirmos, a que serރ¡ que se destina
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Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que ÞÆ’©s um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz se nos ilumina
Tampouco turva-se a lރ¡grima nordestina
Apenas a matÞÆ’©ria vida era tރ£o fina
E ÞÆ’©ramos olharmos na intacta retina
Da cajuÞÆ’na cristalina em Teresina
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que ÞÆ’©s um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz se nos ilumina
Tampouco turva-se a lރ¡grima nordestina
Apenas a matÞÆ’©ria vida era tރ£o fina
E ÞÆ’©ramos olharmos na intacta retina
Da cajuÞÆ’na cristalina em Teresina
Existirmos, a que serރ¡ que se destina
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Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que ÞÆ’©s um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz se nos ilumina
Tampouco turva-se a lރ¡grima nordestina
Apenas a matÞÆ’©ria vida era tރ£o fina
E ÞÆ’©ramos olharmos na intacta retina
Da cajuÞÆ’na cristalina em Teresina